domingo, 6 de setembro de 2009

Coragem, coragem.

Sujeito covarde. Nada passível de compreensão.
Como és capaz de pensar em felicidade e injusto ao dizer que dela o privam, se tu mesmo não se permite saboreá-la

Inútil. Ser desprezível de compaixão. Tenho pena de ti por não seres capaz de reconhecer todos os motivos elegantes que o cercam, todas as criaturas especiais que te preenchem os dias, chuvosos ou não, calmos ou desesperadamente irriquietos.

Não! Tu não mereces o sabor do riso, tu não és digno de ser quem queres. Aliás, o que queres?

Suas atitudes não têm convencido teu destino, não condizem com tuas aspirações. Tenho medo, agora sou o covarde, receio vê-lo morrer, pouco a pouco perder o brilho, pouco a pouco cair, degrau por degrau, mal por mal.

Aonde vais? Fugir de tudo, sentindo pena de si mesma até que algo o leve a vida. Eu sei que você não a tiraria. És medroso demais, e nesse ponto até desejo que continues a ser... Covarde!

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